terça-feira, 1 de setembro de 2015

QUADRA DE ESPORTES QUE CUSTOU 450 MIL REAIS ABANDONADA PELA PREFEITURA DE SÃO LOURENÇO DA MATA.

DO BLOG DO MAGNO DANTAS



São Lourenço da Mata: Quadra do engenho Pixaó custou 450 mil reais


Com denuncia protocolada no Ministério Público de Pernambuco e inquérito já em andamento, a população de São Lourenço da Mata terá a possibilidade de saber onde foram literalmente enterrados R$450.000,00 na quadra poliesportiva da escola do Engenho PIXAÓ.

Com obra orçada em 600 mil reais, a escola teve o custo de construção na base de 150 mil reais e o restante foi empurrado em areia, cimento, telas, traves e demais apetrechos que compõem o espaço esportivo. O fato é que esses argumentos não convenceram o sr. Zeca da Telpe (Controle Social - foto ao lado) e o fez encaminhar denuncia ao MP.

Não ficou claro se na construção foram utilizadas areias do Egito, telas e traves em aço inoxidável, tijolos feitos com pedras das seculares ladeiras de Olinda ou qualquer coisa que possa justificar o alto custo da obra.
Com o inquérito instaurado, todos teremos a oportunidade de saber como e onde de utilizou toda essa verba.

link da matéria

segunda-feira, 31 de agosto de 2015

Soledad - A terra é fogo sob nossos pés abre temporada no Recife


 Uma coisa aprendi junto a Soledad: que deve-se empunhar o pranto, deixá-lo cantar. Outra coisa aprendi com Soledad: que a pátria não é um só lugar. Uma terceira coisa nos ensinou: que o que um não consiga, o farão dois *

      
Depois de 42 anos da morte da militante de esquerda, Soledad Barrett Viedma, a história da sua vida e luta política será encenada nos palcos do teatro recifense, terra onde a guerrilheira paraguaia viveu os últimos dias de sua vida e foi assassinada. O espetáculo ‘Soledad - A terra é fogo sob nossos pés’ estreia no dia 03 de setembro, às 20h, no teatro Hermilo Borba Filho, e segue temporada até o dia 20 do mesmo mês, de quinta a sábado, às 20h, e aos domingos, às 19h. Ele conta a trajetória de vida de Soledad Barrett por meio de um monólogo poético, que também faz referências ao período atual da política brasileira.


Poemas, músicas, elementos sonoros e símbolos amenizam o peso da história. Os ingressos serão vendidos ao preço de R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia).   

A peça, do grupo Cria do Palco, será encenada pela atriz pernambucana e idealizadora do espetáculo, Hilda Torres, e terá direção da atriz e diretora paulista, Malú Bazan. As duas também são responsáveis pelo texto do monólogo. A produção executiva é de Karuna de Paula. A artista plástica Ñasaindy de Araújo Barrett, filha de Soledad, assina algumas músicas e a identidade visual do projeto.


O espetáculo estabelece um diálogo intenso com a música. Lucas Notaro assina a direção musical. Assim também é com a luz criada por Eron Villar, ator, diretor e iluminador. A coordenação de produção fica por conta de Márcio Santos jornalista e músico e a produção executiva é de Karuna de Paula, em uma realização da “Cria do Palco”.

Falar sobre Soledad é traçar um caminho de poesia onde a dor e a alegria estão juntas, seguindo em marcha para erguer os ideais libertadores. Falar sobre ‘Sol’ é falar de um pedaço de todos nós que nos impulsiona diariamente a enfrentar, resistir, sem nunca abrir mão do brilho nos olhos ao imaginar um mundo melhor com direitos iguais para todos e todas na compreensão das nossas diferenças”, comentou Hilda Torres. 


A montagem sobre a vida de Soledad nasceu de uma pesquisa intensa que teve início depois que Hilda ganhou de um amigo o livro ‘Soledad no Recife’, de Urariano Mota, no ano de 2014. A partir de então teve início uma série de entrevistas e pesquisa documental sobre a vida da guerrilheira paraguaia. Entrevistas com ex-presos políticos, parentes de pessoas desaparecidas durante a ditadura brasileira, militantes que tiveram, ou não, contato com Soledad. Pesquisa em documentos da época e no relatório final da Comissão da Verdade.   

Malú Bázan, nascida na Argentina e integrante do grupo Tapa de teatro desde 2000, ingressou no projeto depois de vir morar em Recife para fazer um intercâmbio artístico-cultural atrás de trocas de experiências. “Assisti Hilda em uma peça encenada em sua própria casa. Incômodos, de Cícero Belmar. Ela me falou sobre o projeto Soledad. A partir desse encontro iniciamos uma trajetória em parceria para a criação dessa história”, destacou.


Um outro importante encontro foi com Ñasaindy Barrett. Depois de alguns contatos, a filha de Soledad, que reside em São Paulo, visitou o Recife e gravou poemas e músicas que integrarão a trilha sonora do espetáculo.

COLABORAÇÃO
 
O projeto Soledad Barrett Viedma no Teatro está sendo executado sem o apoio de fundos de cultura. Mas diante da força da história de Soledad e da importância que ela tem para os dias atuais, quando parte do Brasil clama pelo retorno a ditadura, os envolvidos no projeto decidiram lançar uma campanha de arrecadação. Por acreditar que um processo colaborativo fortalece iniciativas de produção e realização de trabalhos artísticos, os produtores estão pedindo o apoio da sociedade para levar a peça ao teatro.


Quem desejar conhecer mais detalhes sobre o projeto pode acessar a página do Facebook: https://www.facebook.com/pages/Soledad-Barrett-Viedma-no-teatro/397217087129931?fref=ts.  As doações estão sendo feitas pela Caixa Econômica Federal. Agência: 1030, conta: 22.837-9, operação: 013.

A MILITANTE

Soledad Barret foi militante da Vanguarda Popular Revolucionária (VPR). Nascida no Paraguai, ela era de uma família culta e politizada. Era neta do renomado escritor, jornalista, intelectual e líder anarquista, nascido na Espanha, Rafael Barrett, que foi morar no Paraguai e deixou uma marca nas lutas sociais de uma época.

Por causa do ativismo político de sua família, que os obrigava ao exílio constante, Soledad também viveu na Argentina e Uruguai, além de Cuba e Brasil. Aos 17 anos, foi sequestrada, em Montevidéu, por um grupo de neonazistas que exigiram que ela dissesse a frase ‘viva Hitler’. Diante da negativa, marcaram suas coxas com suásticas nazistas. A partir daí, ela decidiu ingressar de vez na luta política.

Foi estudar na União Soviética, onde ficou por um ano, pelo Partido Comunista. Na despedida do Uruguai, Soledad, que era conhecida por levantar a bandeira entre as nações de que “A Pátria não é um só lugar", disse a um amigo: "La tierra es fuego bajo nuestros piés", frase do subtítulo da peça a ser encenada no Recife. Retornando a América Latina ela se estabeleceu por um período na Argentina e integrou um movimento que tinha como plano invadir o Paraguai. O plano não deu certo e logo Soledad seguiu para Cuba, onde treinou a luta armada.

Em Cuba, ela conheceu o brasileiro José Maria Ferreira de Araújo, militante da VPR exilado na ilha, que viria a ser o pai de Ñasaindy de Araújo Barrett. José Maria retornou ao Brasil e Soledad acabou por vir um ano mais tarde. Pouco depois de chegar, soube que ele tinha sido capturado e morto. Soledad encontrou em sua morte mais uma razão para continuar a luta contra as ditaduras que dominavam os países latino-americanos.

No Brasil, ela conhece o cabo Anselmo, que era amigo e companheiro de José Maria na VPR. Ao longo do tempo, as suas vidas se aproximando e ele acaba se tornando o novo companheiro de Soledad. Cabo Anselmo é apontado como um dos líderes do protesto dos marinheiros em 1964. Integrou o movimento de resistência à ditadura nos anos 1960 e, na década de 1970, atuou como colaborador do regime militar. Mas, na verdade, ele era um agente policial infiltrado.

Foi Anselmo quem entregou o esconderijo dos membros do VPR em Pernambuco, uma chácara no loteamento São Bento, no município de Paulista. Junto com outros companheiros, Eudaldo Gomes da Silva, Pauline Reichstul, Evaldo Luís Ferreira de Souza, Jarbas Pereira Marques e José Manoel da Silva, estava Soledad. Detalhe, em diversos depoimentos de conhecidos de Soledad afirma-se que ela estava grávida, esperando um filho do próprio cabo Anselmo. 

Segundo a versão oficial, os militantes foram mortos numa troca de tiros na chácara. O jornalista Elio Gaspari, em “A ditadura escancarada”, classifica o episódio como “uma das maiores e mais cruéis chacinas da ditadura”.

A ATRIZ

Hilda Torres é atriz, psicóloga, arte educadora e produtora cultural. Dirigiu e atuou no teatro em parceria com outros diretores e atores em peças como ‘(In)cômodos’ (texto de Cícero Belmar); ‘Autônomas’ (Livre adaptação do texto ‘A Mulher Independente’, de Simone de Beauvoir, e do texto ‘Da Paz’, de Marcelino Freire); e A Árvore de Jô.  Atuou como atriz na peça ‘Essa febre que não passa’ (texto de Luce Pereira).
      
Aventurou-se na dramaturgia com a peça Só Quando eu Crescer’, atuando também como diretora e atriz.  Também dirige e escreve os textos do grupo de teatro Baú, que tem realizado a apresentação de trabalhos voltados para o público infantil e adulto nas praças dos municípios do Sertão pernambucano e em comunidades do Rio de Janeiro. 

Em cinema atuo em ‘A Felicidade não é deste Mundo’, de Sephora Silva, ‘Ursos Camaradas’ de Fernando Spencer, entre outros. Na TV, fez ‘A Pedra do Reino’, de Ariano Suassuna.

Vem há um ano pesquisando e trabalhando histórias e/ou pensamentos sócio-político-culturais de mulheres que marcaram uma época (e marcam) com suas obras, suas vidas e que trazem temas/reflexões/críticas/constatações que provocam diretamente o diálogo no contexto de existir mulher em desafio ao contexto arcaico/histórico do machismo. Simone de Beauvoir foi o momento de partida para esse desafio que hoje se concentra na história de Soledad Barret.
      
A DIRETORA

Malu Bazán é atriz e diretora formada pelo TUCA/PUC de São Paulo em 1996. Integrante do Grupo TAPA desde 2000, onde atuou em diversos espetáculos entre eles: Amargo Siciliano, de Luigi Pirandello, direção de Sandra Corveloni; Major Bárbara, de Bernard Shaw Camaradagem, de August Strindberg, ambos dirigidos por Eduardo Tolentino de Araujo.

Dirigiu em 2012 o espetáculo ‘A Noite das Tríbades’ que fez parte da Mostra Strindberg do SESC SP e que ficou em cartaz no SESC Bom Retiro, no Viga Espaço Cênico e no Teatro Eva Herz da Livraria Cultura de São Paulo. O Espetáculo foi indicado ao Prêmio Arte Qualidade Brasil 2013 nas categorias Melhor Direção - Malú Bazán, Melhor Espetáculo Drama e Melhor Ator - Norival Rizzo.

Assistente de direção de vários espetáculos entre eles: ‘Dissecar uma Nevasca’, direção de Bim de Verdier (produção sueco-brasileira); ‘Strindbergman’, direção de Marie Dupleix na temporada em São Paulo dentro da programação do Ano da França no Brasil; ‘Tempo de Comédia’ e ‘Maria que Não Vai com as Outras’, ambas direções de Eliana Fonseca; ‘O Tambor e o Anjo’, direção de Paulo Marcos e André Garolli.

Na área de arte educação, fez parte da banca selecionadora da SP Escola de Teatro em 2012 e 2013 do curso de atuação, foi Artista-Orientadora do Programa Vocacional da Secretaria Municipal de Cultura em 2008, 2009 e 2010, arte educadora do Projeto EMIA nos CEUS em 2004 e 2005 e Coordenadora e professora do ‘Projeto Teatro em Alphaville’ no Centro de Estudos Cacilda Becker de 1999 a 2000.

Orientadora dos Grupos de Estudos do Grupo TAPA para atores desde 2009, onde desenvolve uma pesquisa corporal envolvendo artes plásticas, música e teatro.

Desde maio de 2014 residindo em Recife, é professora e diretora do Centro de Interpretação Teatral (CIT) do SESC Santo Amaro, onde acabou de dirigir a peça ‘Nossa Cidade’, de Thortnon Wilder.


* O intertítulo desse release é um trecho da música Soledad Barret, do cantor, compositor e instrumentista uruguaio Daniel Viglietti, um dos maiores exponentes do canto popular do seu País.   



Ficha Técnica Soledad

Atriz e idealizadora: Hilda Torres
Direção: Malú Bazán
Dramaturgia: Hilda Torres e Malú Bazán
Pesquisa histórica: Hilda Torres, Márcio Santos e Malú Bazán
Pesquisa cênica: Hilda Torres e Malú Bazán
Concepção de Cenário e figurino: Malú Bázan
Execução de Cenário e figurino: Felipe Lopes e Maria José Lopes
Luz: Eron Villar
Operação de Luz: Eron Villar e Gabriel Félix
Direção Musical: Lucas Notaro
Arte visual: Ñasaindy Lua
Produção: Hilda Torres, Márcio Santos e Malú Bazán
Produção Executiva: Karuna de Paula
Assessoria de Imprensa: Alexandre Yuri
Teaser: Ivich Barrett e Rafael Cabral
Consultoria do Idioma guarani – Adrián Morínigo Villalba

Serviço:

Soledad - A terra é fogo sob nossos pés
Estreia: 03 de setembro
Hora: 20h
Local: Hermilo Borba Filho
Temporada: Nas quintas, sextas e sábados de setembro, às 20h, e aos domingos, às 19h.
Ingressos: R$ 30 (inteira) – R$ 15 (meia)

Mais Informações:


Assessoria de Imprensa: Alexandre Yuri (081) 99882-5531

Sintrajuf/PE constata insalubridade e péssimas condições de trabalho na nova central de execuções do TRT


Em vista da já sabida mudança ocorrida em julho do corrente ano, devido o fechamento do fórum da SUDENE, em decorrência de decisão judicial proferida na ação ordinária nº 0807337-69.2014.4.05.8300, que determinou a interdição do prédio, as consequências básicas foram o deslocamento das audiências e de parte das secretarias das varas para o Fórum de Jaboatão dos Guararapes e a criação de uma Central de Execuções, além da autorização dos servidores utilizarem o teletrabalho para exercer as suas atribuições.

A Central de Execuções, segundo o ATO CONJUNTO GP/CRT TRT nº. 7/2015, passou a funcionar no horário das 08 às 17 horas, para o atendimento ao público, cumulando serviços referentes aos processos em execução das vinte e três varas trabalhistas da capital, ou seja, mais de trinta mil processos trabalhistas, fato que pode ser verificável junto ao Setor de Estatística do TRT 6ª Região/PE. 

A referida central de execução passou a funcionar como setor de arquivo e protocolo em um GALPÃO na Avenida Cais do Apolo, n. 370, Bairro do Recife (acesso ao público pela Rua do Brum, n. 107). O referido galpão era anteriormente utilizado para guardar os carros da frota do TRT6. 

Com a alocação da central de Execuções para o referido galpão, O SINTRAJUF passou a receber várias reclamações de servidores que ali estão sendo obrigados a trabalhar, denunciando a situação de insalubridade extrema a que estão submetidos e solicitando a intervenção do sindicato para as providências necessárias. 
Representantes do Sintrajuf/PE realizaram uma visita ao local na sexta-feira (28/08/2015), por volta das 13h15min.

Constatamos um ambiente sem janelas, sem ventilação natural ou artificial, extremamente quente, com instalações sanitárias precárias e totalmente inadequado à prestação de serviços jurisdicionais pelos servidores as partes e advogados. 
É facilmente constatado, sem necessidade sequer de uma inspeção de profissional (perito), que a insalubridade naquele local está em níveis inadmissíveis para qualquer trabalhador, e a esta situação a que estão submetidos os servidores da Justiça do Trabalho. 

As fotos, por si, demonstram o quão inadequado é o local, sendo muito inferior as instalações utilizadas na Sudene (salientamos que os servidores que aparecem nas fotos eram os que estavam trabalhando no momento da visita, não tendo, necessariamente, vinculação com as denúncias feitas ao Sintrajuf).

As normas de Saúde que vigem na Legislação Pátria estão elencadas desde as Convenções da OIT, em especial a Convenção 155, a qual foi ratificada pelo Brasil, passando pela Carta Magna deste Pais, em seus artigos 6º e 7º da Constituição de 1988, que definiram a saúde, segurança e higiene laborais como garantias fundamentais e direitos sociais indisponíveis de todos os trabalhadores urbanos e rurais, até as NRs emitidas pelo MTE. Normas estas que, com certeza, são de inteiro conhecimento da administração do TRT 6ª Região. 

Além disso, o próprio CNJ, através da Resolução nº 201 de 03 de março de 2015, destaca no artigo 6º, inciso VII, ser prioritária a qualidade de vida no ambiente de trabalho, que deve compreender valorização, satisfação e inclusão do capital humano das instituições, com ações para estímulo ao seu desenvolvimento pessoal e profissional e a melhoria das condições das instalações físicas.

É certo que a administração do TRT 6ª Região é conhecedora das normas de saúde a que devem prezar, aliás, primar pelo seu cumprimento, tendo em vista ser uma Justiça Especializada exatamente no âmbito do Direto do Trabalho. Entretanto, não é que se pode constatar. 

Definitivamente o que ocorreu com a alocação da referida Central de Execuções neste galpão foi uma degradação nas condições de trabalho dos servidores em afronta a todas as normas internacionais, constitucionais e infraconstitucionais e infralegais, como as citadas acima. 

O SINTRAJUF está protocolando requerimento à administração do TRT 6ª Região no sentido de suspensão dos trabalhos naquelas condições verificadas, até que se tomem as providências no sentido de um meio ambiente de trabalho adequado às normas de saúde posta, de acordo com as normas vigentes em nosso Pais, o que é essencial para a saúde dos trabalhadores e a manutenção de sua dignidade.

Caso não seja atendido o pleito, este órgão sindical buscará as providencias legais necessárias, como medida que vise garantir aos servidores daquele local um ambiente de trabalho saudável e compatível com as atividades desempenhadas por órgãos do judiciário federal, sobremaneira um órgão da Justiça do Trabalho, a qual, condena as empresas privadas por submeterem seus funcionários a ambientes inadequados e prejudiciais a saúde do trabalhador.
 Fonte: Sintrajuf PE









CEPPE LANÇA NOTA DE DESAGRAVO CONTRA EXTINÇÃO DO PROGRAMA "ATITUDE" PELO GOVERNO DO ESTADO




sábado, 29 de agosto de 2015

OS INQUILINOS DO 9º ANDAR DA PCR





O secretariado de Geraldo Júlio é muito ruim. A verdade é essa. Mas é ruim porque o prefeito é péssimo e concentra poderes nas mãos do seu fiel escudeiro, o secretário de Projetos Especiais que já responde inclusive ação de improbidade pela farra dos camatores da Arena Pernambuco, o advogado João Guilherme Ferraz, que Geraldo Júlio trouxe da sua assessoria, como secretário executivo de Projetos Espaciais da secretaria de Desenvolvimento Econômico e em Suape, no governo Eduardo Campos. Ele é apontado como um dos responsáveis pela implantação da Fábrica da FIAT em Goiana. Será que também tem responsabilidade pela Arena Pernambuco, alvo da Operação "Fair Play", junto com seu chefe de longas datas, Geraldo Júlio? O que se comenta na PCR, inclusive por ex-secretários, é que não se compra um alfinete na Prefeitura, sem a autorização do homem forte da gestão Geraldo Júlio, cujo gabinete divide o 9º andar com o gabinete do próprio prefeito. Tem poder ou não tem, o rapaz?