Notícias




terça-feira, 23 de julho de 2013

EDUARDO CAMPOS ESTARIA USANDO O CARGO PARA FAZER CAMPANHA. MINISTERIO PUBLICO ELEITORAL TEM O DEVER DE INVESTIGAR. GASTOS COM JATINHOS E HELICOPTEROS AINDA SAO UM MISTERIO



Há poucos dias, o jornalista Fernando Castilho, da Coluna JC Negócios, do Jornal do Commercio, trouxe à tona graves denúncias sobre os gastos excessivos do governador Eduardo Campos com viagens utilizando-se de jatinhos e helicópteros particulares, tudo pago com dinheiro público e sem que houvesse qualquer transparência sobre os destinos, a finalidade e os acompanhantes do governador nessas viagens. O escândalo ganhou repercussão nacional porque em poucos meses a conta, paga pelo povo de Pernambuco, já ultrapassava a casa dos R$ 5 milhões, coincidindo com o período em que Eduardo Campos se lançou como pré-candidato à presidência da República, gerando, inclusive, questionamentos se essas viagens apesar de bancadas com o dinheiro público não estariam servindo aos propósitos eleitorais do governador. Eduardo, evidentemente, negou qualquer vinculação, deixando, porém, de prestar contas sobre o detalhamento de tais viagens, limitando-se a expedir um singelo decreto destinado a regulamentar suas próprias viagens, mas de modo que não precisasse abrir a "caixa preta" da viagens passadas". Agora, diante do que fala a matéria publicada hoje pelo Diário de Pernambuco, onde se lê que "Eduardo já desfila pelo país e que "Na esteira de presidenciável, tem circulado pelo país" ou, ainda que "O socialista alega que agenda faz parte dos compromissos pertinentes ao cargo de governador e presidente nacional do PSB, mas são nesses encontros que o gestor tem aproveitado para falar o que pensa para o país", além de que "Nos bastidores, o governador também tem atuado para conquistar apoios e construir palanques, com a adesão de partidos adversários e da própria base governista", fica claro que Eduardo tem se utilizado das mordomias do cargo de governador para propagar sua campanha ou pré-campanha à presidência, o que deve merecer a urgente intervenção do Ministério Público Eleitoral, que, inclusive, já atuou, recentemente, contra a presidente Dilma, por propaganda eleitoral antecipada, não havendo justificativa para que silencie quanto às ações de Eduardo, ainda mais se comprovado que custeadas com o dinheiro público.

DIARIO DE PERNAMBUCO
Com status de candidato
Governador Eduardo Campos já desfila pelo país com uma pauta de temas nacionais, mesmo sem assumir-se presidenciável
Rosália Rangel
rosaliarangel.pe@dabr.com.br
Publicação: 22/07/2013 03:00

Líder socialista construiu um discurso contrário à política econômica federal (PAULO PAIVA/DP/D.A PRESS)
Líder socialista construiu um discurso contrário à política econômica federal
Mesmo sem dizer que será candidato à Presidência da República em 2014, o governador Eduardo Campos (PSB) alcançou o status de presidenciável. Há mais de um ano, o líder socialista é tratado como tal e tem dado claros sinais de que deverá estar entre os eventuais adversários da presidente Dilma Rousseff (PT). Em busca da consolidação de um projeto nacional, Eduardo construiu um discurso contrário à política econômica do governo federal e passou a circular o país defendendo suas ideias. A estratégia foi o ponta-pé para colocar em ação um articulado cronograma de atividades, que inclui seminários, viagens e alianças partidárias.

Dessa forma, o socialista chamou para si as atenções da mídia nacional, do empresariado e dos segmentos sociais. Na esteira de presidenciável, tem circulado pelo país. O socialista alega que agenda faz parte dos compromissos pertinentes ao cargo de governador e presidente nacional do PSB, mas são nesses encontros que o gestor tem aproveitado para falar o que pensa para o país.

Na pauta, sempre recheada de temas nacionais, defende um novo pacto federativo, uma redistribuição de tributos para estados e municípios, investimentos para saúde e educação, entre outras ações que considera fundamentais para imprimir uma agenda positiva no Brasil. Nos bastidores, o governador também tem atuado para conquistar apoios e construir palanques, com a adesão de partidos adversários e da própria base governista.

 Uma movimentação que deixou o PT com a pulga atrás da orelha. Alguns integrantes da sigla reagiram com a intenção de minar uma eventual candidatura de Eduardo, até então, considerado um dos aliados mais fiéis do ex-presidente Lula (PT) e da presidente Dilma Rousseff (PT). Tentaram abortar o projeto socialista deflagrado movimento de retaliação ao PSB dentro do governo.

Disputa
A estratégia não funcionou. Os socialistas continuam firmes no projeto de lançar candidatura própria. “O nosso partido cresceu nas duas últimas eleições e está em condições de disputar a Presidência da República”, disse o senador Rodrigo Rollemberg (PSB/DF), dando mais um sinal de que em 2014 o PSB entrará na disputa. “Estamos fazendo muitos contatos com importantes segmentos da sociedade e do empresariado. Temos que assumir essa postura agora para chegar no próximo ano com o projeto consolidado”, arrematou o deputado federal Beto Albuquerque (PSB/RS).

Na opinião de um peemedebista, que pediu reserva, Eduardo realmente ainda não decidiu se será candidato. “O momento está difícil para todo mundo. É preciso analisar os fatos. O governador assumiu um discurso que é reconhecido no país inteiro, mas está dizendo a verdade quando fala que só anunciará a decisão em 2014”, observou.

NOTICIAS RELACIONADAS

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Tecnologia do Blogger.

Siga o Blog por Email

Twitter Updates 2.2: FeedWitter

Seguidores

Vídeos

BoxVideos1

BoxVideos2

Noelia Brito © 2016 Todos os direitos reservados.