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quinta-feira, 25 de julho de 2013

Eduardo Campos, o Quinta Coluna


Confirmando seu caráter ditatorial e sua vocação para esconder o que realmente pensa, o governador Eduardo Campos inicia uma verdadeira "caça às bruxas" dentro de seu Partido, para eliminar de maneira antidemocrática e truculenta toda e qualquer resistência a seu projeto pessoal e megalomaníaco de poder.
Conforme revelamos ontem mesmo aqui no Blog (ver link 1) Eduardo entregou o PSB de Minas Gerais ao PSDB, pois tem acordos de bastidores com a extrema-direita para derrubar Dilma num eventual segundo turno. Para tanto, destituiu o ex-ministro Walfrido dos Mares Guia da presidência porque este era considerado muito ligado a Lula. O que impressiona nesse operativo de Eduardo é que até dois dias atrás, seus assessores e marqueteiros plantavam notinhas na imprensa, mentirosas, agora se sabe, afirmando uma falsa amizade de berçário entre o governador de Pernambuco e o ex-presidente Lula, chegando ao ponto bisonho de criar uma falsa chapa a ser patrocinada pela Odebrecht (v. link 2)), construtora responsável pelas bilionárias PPPs da COMPESA e da Arena Pernambuco (o "Elefante Branco" das cláusulas secretas), formada por Lula e Eduardo, quando de há muito já se sabe que Eduardo não passava de uma espécie de Quinta Coluna da extrema direita, dentro da Frente Popular.
 Do Diário de PernambucoPSB "varre" dilmistas dos cargos de direçãoDepois de destituir dirigentes em Minas e no Maranhão, atenções do partido se voltam para o Ceará

Suetoni Souto Maior
soutomaior.pe@dabr.com.br
Publicação: 25/07/2013 03:00
Durante inauguração de escola técnica, Eduardo Campos fala da educação como agenda para o país (ALUISIO MOREIRA/SEI)
Durante inauguração de escola técnica, Eduardo Campos fala da educação como agenda para o país
O PSB deu início a um trabalho para consolidar o nome do governador de Pernambuco e presidente nacional da sigla, Eduardo Campos, como pré-candidato à Presidência da República, no próximo ano. Para isso, tem feito uma “limpeza” nos diretórios estaduais, para que fiquem no comando apenas lideranças comprometidas com o projeto nacional do partido. Nessa conta, o último ponto a ser resolvido é o do Ceará, onde os irmãos Cid (governador) e Ciro Gomes (ex-ministro) defendem uma aliança com o PT. 

Nesta semana, o partido destituiu o presidente da legenda em Minas Gerais, o ex-ministro Walfrido Mares Guia. Ao Diario, o secretário-geral da sigla, Carlos Siqueira, disse que a relação de amizade do dirigente com o ex-presidente Lula (PT) surgia como um obstáculo para que ele defendesse o projeto político do partido. Para o lugar dele, foi convocado o deputado federal Júlio Delgado, que disputou a presidência da Câmara dos Deputados, neste ano, com o apoio de Eduardo Campos. 

Antes de Minas, a Executiva Nacional do PSB havia destituído a direção do partido no Maranhão, que, segundo a legenda, não estaria comprometida com o projeto do partido. A intervenção lá aconteceu no ano passado. No caso de Mares Guia, ele estava afastado da direção do partido desde o rompimento entre o PT e o PSB, durante a campanha pela reeleição do prefeito de Belo Horizonte, Márcio Lacerda (PSB), ainda no ano passado. A decisão de terça-feira apenas oficializou o que já existia na prática. 

Apesar de verem a situação do Ceará como mais uma a ser resolvida, os socialistas não dão pistas sobre prováveis soluções. Um dos caciques ouvidos pelo Diario recorreu ao fato de que a última reunião da Executiva Nacional do partido aconteceu no Recife e contou com a presença maciça da cúpula do PSB, inclusive de Ciro Gomes, um dos opositores do voo solo da sigla. O comentário não levou em conta críticas feitas pelo cearense nesta semana, quando tachou de “esquizofrênico” o projeto do partido. 
Focado na agenda local, mas de olho na pauta nacional, Eduardo Campos inaugurou ontem uma escola técnica, em Bezerros. Na oportunidade, falou da educação como o caminho para o desenvolvimento do país. “A sociedade exige inovações permanentes. Precisamos dar conta de um mundo que se globalizou”, disse o governador do estado.

Saiba mais

PSB e o projeto presidencial

5 é o número de governadores do partido (Pernambuco, Ceará, Espírito Santo, Paraíba e Piauí)

25 é o número de deputados federais socialistas.A bancada conta ainda com três senadores

443 é o número de prefeitos eleitos 
pelo partido em 2012

12 é o número de estados onde o partido já trabalha candidaturas ao governo. A meta é ampliar para os 26 mais o Distrito Federal

Fontes: PSB e TSE

Vigilância bem de perto

Publicação: 25/07/2013 03:00
A vigilância tem sido intensa também sobre os governadores e lideranças do partido com potencial para a disputa dos governos estaduais. Os que tiverem inclinação petista estão sendo enquadrados. Nesta semana, o governador do Espírito Santo, Renato Casagrande (PSB), foi obrigado a divulgar nota desmentindo o presidente nacional do PT, Rui Falcão, que havia dito, em entrevista ao jornal Valor Econômico, que o socialista tinha compromisso com os palanques do PT e do PMDB no estado, o que excluiria Eduardo. 

O secretário-geral do PSB nacional, Carlos Siqueira, disse que, a partir de agora, todas as ações do partido serão, prioritariamente, para a consolidação do projeto eleitoral de Eduardo Campos. O socialista disse que será intensificado entre os meses de agosto e setembro o trabalho de filiações de lideranças. Atualmente, o partido, que hoje comanda cinco estados, trabalha com a perspectiva de candidaturas ao governo em 12 estados. “Essa é a perspectiva de agora, mas o período de definição das candidaturas vai até julho do próximo ano. Temos tempo para isso”, enfatizou. 

Apesar do hiato de dois meses no ritmo de andanças pelo país, o projeto eleitoral de Eduardo ganhou fôlego depois da queda da presidente Dilma Rousseff (PT) nas pesquisas. “Antes diziam que ela (a presidente) era imbatível. O tempo mostrou o contrário”, disse um socialista.

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