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segunda-feira, 22 de julho de 2013

PF VÊ FRAUDES EM CONTRATO DO GOVERNO EDUARDO, MAS IMPRENSA LOCAL SILENCIA SOBRE ENVOLVIMENTO DE MARQUETEIRO DO PSB NAS FRAUDES



FOLHA DE PERNAMBUCO

Gilberto Prazeres

Reportagem publicada ontem no jornal Folha de S. Paulo traz a informação de que a Polícia Federal ingressou no Ministério Público Estadual (MPPE) com um pedido de abertura de investigação sobre contratos celebrados pelo Governo de Pernambuco com a empresa Ideia Digital, suspeita de financiar ilegalmente campanhas eleitorais do PSB e do PSD. Conforme análise prévia da PF, haveria indícios de superfaturamento nos valores correspondentes à contratação do serviço de informatização das escolas da rede estadual. O Estado já desembolsou R$ 51,2 milhões de um total de um total R$ 77,5 milhões relativos ao acordo. Investigação inicial da PF indicou que recursos oriundos de convênio do Ministério da Ciência e Tecnologia com a Prefeitura de João Pessoa (PB) acabaram desviados, em 2010, para financiar a campanha do governador da Paraíba, Ricardo Coutinho (PSB). O recurso teria sido desviado por meio de um contrato com a Ideia Digital, que venceu a licitação para implantar um projeto de internet gratuita em João Pessoa, quando Coutinho era prefeito da cidade. Pernambuco, segundo apurou a PF, adotou os mesmos critérios utilizados no suposto contrato irregular implementado na Paraíba. O segundo acordo com a Ideia Digital foi assinado em 2012. Procurado pelaFolha de Pernambuco, o Governo do Estado, por meio de nota emitida pela Secretaria de Educação, informou que, já em 2012, determinou à Controladoria Geral do Estado (CGE) a abertura de um processo de auditoria com o fim de analisar os detalhes dos contratos e ouvir os esclarecimentos necessários pelos gestores.

DIARIO DE PERNAMBUCO


SUPERFATURAMENTO »Governo esclarece

Publicação: 22/07/2013 03:00
Contratos da ordem de R$ 77,5 milhões entre o governo do estado de Pernambuco e a empresa Ideia Digital serão alvos de uma investigação, cuja abertura foi pedida pela Polícia Federal (PF) ao Ministério Público de Pernambuco (MPPE). Há indícios de superfaturamento e a Ideia Digital é suspeita de financiar campanhas do PSB e do PSD, segundo reportagem publicada na Folha de São Paulo.

A Secretaria Estadual de Educação (SEE) divulgou nota oficial ontem, na qual afirma ter suspendido pagamentos pendentes, no valor de R$ 18 milhões, à Ideia Digital. O contrato com a empresa foi firmado para a aquisição de equipamentos e contratação de serviços dentro do programa Gestor Móvel, que, segundo o documento, “promove a inclusão de novas ferramentas educacionais e serviços de TIC no dia a dia dos educadores e alunos”. A nota destaca ainda que o programa tem por finalidade “estimular o uso de ferramentas e conteúdos para a Educação digital e a modernização da gestão pública”.

JORNAL DO COMMERCIO


OPOSIÇÃO PEDIRÁ CÓPIA DE DENÚNCIA
A bancada de oposição da Assembleia Legislativa se articula para acompanhar a denúncia da Polícia Federal (PF) contra o governo do Estado. Uma investigação da PF aponta indícios de superfaturamento em contratos firmados pelo governo Eduardo Campos e a empresa Ideia Digital, contratada para informatizar escolas da rede estadual.
O líder da oposição, deputado Daniel Coelho (PSDB) vai sugerir que a bancada solicite à PF uma cópia da denúncia, que será investigada, a pedido do órgão, pelo Ministério Público de Pernambuco (MPPE).
"Seria importante termos acesso aos detalhes da denúncia para que possamos fazer o nosso trabalho de investigação. O valor dos contratos é alto e essa empresa tem um histórico de problemas ligado ao partido do governador", ponderou o deputado Daniel Coelho.
No Estado, conforme reportagem publicada ontem pelo jornal Folha de S. Paulo, três contratos foram firmados entre o governo e a Ideia Digital. O valor total foi de R$ 77,5 milhões, mas R$ 51,2 milhões já foram quitados. Dois certames foram celebrados em 2011 e o terceiro estaria suspenso, desde que as denúncias se abateram sobre os convênios na Paraíba, onde o governador Ricardo Coutinho (PSB) também é investigado.
Em nota, o governo do Estado informou que suspendeu um dos contratos e que executou outros dois. E acrescenta que foi instaurada apuração interna, cujo relatório está em fase final, além de auditoria do Tribunal de Contas do Estado (TCE).
Para a deputada Terezinha Nunes (PSDB), o fato do terceiro contrato não ter sido quitado mostra que alguma irregularidade pode ter sido identificada. "Se não pagou é porque algum problema foi verificado. Se houver alguma irregularidade, alguém precisa pagar por isso", concluiu a tucana.


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