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quinta-feira, 20 de março de 2014

Senador Delcídio Amaral, atolado até o pescoço do escândalo da compra da refinaria americana pela Petrobras, tenta comprometer Dilma na negociata


"Um terceiro diretor, hoje político, também sustenta a disponibilidade de informações a quem está no conselho. "Acho pouco provável que algum processo chegue ao conselho (de administração da Petrobrás) sem estar devidamente instruído para liberação dos diretores e conselheiros", afirmou o senador Delcídio Amaral (PT-MS), que comandou a área de Gás e Energia da Petrobrás e é apontado como um dos padrinhos de Nestor Cerveró na estatal. Cerveró comandava a Área Internacional da Petrobrás em 2006 e foi responsável pelo "resumo técnico" enviado ao conselho naquele ano para que a compra da refinaria de Pasadena fosse aprovada ou não."

http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,chefia-de-conselho-da-petrobras-dava-a-dilma-acesso-total-a-dados-de-refinaria,1142851,0.htm



"A primeira a levantar dúvidas sobre a transação foi a presidente Dilma Rousseff, em 2008, quando era ministra da Casa Civil e comandava o conselho da Petrobras. A estatal e sua sócia belga divergiam sobre a condução da refinaria, e a Petrobras propôs comprar os 50% restantes. Por quanto? Setecentos milhões de dólares, quase o dobro do que a Astra pagara apenas dois anos antes. Havia até relatórios de consultorias avalizando as cifras. Mas a operação foi rechaçada pelo conselho. "Dilma atacou a proposta e criticou duramente Sergio Gabrielli (então presidente da estatal) diante de todos. Foi constrangedor", lembra um ex-diretor. Para esquivar-se dos ataques, Gabrielli fez circular a versão de que o acordo havia sido negociado pelo homem à frente da área internacional, Nestor Cerveró, sem o conhecimento de mais ninguém da cúpula, nem dele próprio. Nos corredores da estatal, ouvia-se falar de uma certa "carta do Cerveró", documento em que o diretor "entregava o ouro aos belgas". VEJA leu a carta. Ela se junta aos demais documentos que indicam que a diretoria comandada por Gabrielli agiu em benefício dos belgas e contra os interesses da estatal brasileira."


CONHEÇA AS DENUNCIAS DE CORRUPÇAO E TRAFICO DE INFLUENCIA ENVOLVENDO DELCIDIO AMARAL DESDE O GOVERNO FHC, DO QUAL FEZ PARTE:

Senador Delcídio Amaral, ex-diretor da Petrobras nas gestões do PSDB e do PT, acusado de ser lobista de empresas de petróleo e gás americanas, indicou diretor responsável pela compra da Refinaria de Pasadena

Delcidio Amaral, presente em todos os governos desde Collor, o ex-empregado da Shell, na Holanda, era homem de confiança de PC Farias.

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