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quinta-feira, 5 de novembro de 2015

CAIXA ECONÔMICA FINANCIOU ARMAZÉNS DO JOSÉ ESTELITA EM 60 MESES PARA QUE MOURA DUBEUX PUDESSE ARREMATAR PATRIMÔNIO DA UNIÃO

Imagem aérea mostra parte demolida no Cais José Estelita (Foto: Reprodução / TV Globo)

Comprovando o "peso de suas relações sociais" e "forte influência política em vários setores da sociedade pernambucana", com que "advertiu" o Juiz Federal, Helio Ourem, uma das raras autoridades que ousaram contrariar os interesses do grupo empresarial por trás da Moura Dubeux, os "Dubeux", depois de arrematarem os Armazéns do Cais José Estelita, por valor que,
segundo perícia da Polícia Federal, foi pelo menos R$ 10 milhões inferior ao de mercado, na época da arrematação, num leilão que, segundo a mesma Polícia Federal, foi flagrantemente fraudulento por malferir o caráter competitivo, dentre outras falhas, ainda conseguiram obter da Caixa Econômica Federal um financiamento que lhes proporcionou pagar pelo imóvel, em suaves 60 prestações, para uma empresa daquele porte. A MOURA DUBEUX ROSARINHO, denominação original do NOVO RECIFE, apesar de arrematar o imóvel por R$ 55,4 milhões (ou seja, DEZ MILHÕES DE REAIS A MENOS que o preço de mercado, segundo Perícia da Polícia Federal que investiga a fraude no leilão e eventual tráfico de influência e corrupção no favorecimento da empresa na operação), pagou apenas o sinal de R$ 11,08 milhões no ato da arrematação, além da comissão do leiloeiro, pois o restante do débito, qual seja, o montante de R$ 44.320.000,00 (quarenta e quatro milhões e trezentos e vinte mil reais) foi objeto de financiamento em SESSENTA PRESTAÇÕES, concedido pela Caixa Econômica Federal, o mesmo banco público que se tornou sócio da família Dubeux, ao adquirir 39% das ações do empreendimento CONE SUAPE, conforme revelamos, com exclusividade aqui mesmo em nosso Blog: "Você é sócio e credor da Moura Dubeux e nem sabia. Saiba como!"

(trecho suprimido por censura judicial imposta pela juíza da 15ª Vara Cível do Recife na Ação Nº 0023782-77.2015.8.17.2001)

Mas nada tem chamado tanto a atenção das autoridades do que o fato do ex-Procurador Geral do Estado de Pernambuco, primo do finado governador Eduardo Campos, ter defendido os interesses do Novo Recife e, principalmente, da Moura Dubeux, na época em que o Leilão foi realizado, como prova a petição assinada pelo procurador do Estado e hoje secretário de Desenvolvimento Econômico e Superintendente de SUAPE do governo Paulo Câmara, Thiago Norões, em defesa do Consórcio Novo Recife:





No final do governo João Lyra, o uso indevido de uma procuração do ex-governador Eduardo Campos, já vencida, por Thiago Norões, então procurador geral do Estado para doar um terreno público à CONE S/A, que tem a Moura Dubeux entre os principais sócios, foi apontada como a causa para a demissão do primo de Eduardo Campos do cargo de Procurador Geral do Estado, pelo então governador João Lyra que viu com maus olhos os superpoderes que seu sucessor, Paulo Câmara deu ao rapaz tão logo assumiu o governo de Pernambuco. Norões é hoje para Câmara o que Fernando Bezerra Coelho e Geraldo Júlio foram para Eduardo Campos, o todo-poderoso de SUAPE. Confiram o documento da doação:




VEJAM O CONTRATO DE FINANCIAMENTO, ASSINADO ENTRE A CEF E OS REPRESENTANTES DO NOVO RECIFE, TENDO SEMPRE A FRENTE A FAMILIA DUBEUX







*POSTAGEM EDITADA EM 30/11/2015, POR DETERMINAÇÃO JUDICIAL DA JUIZA DA 15ª VARA CIVEL DO RECIFE NA AÇÃO Nº 0023782-77.2015.8.17.2001)

















4 comentários:

  1. O engraçdo é que o consorcio foi feito na Prefeitura do João Paulo e curiosamente nao aparece aqui. Muito estranha essa "analise dessa "jornalosta" "

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