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sexta-feira, 19 de agosto de 2016

DO BRASIL, O MELHOR SEMPRE SERÁ O POVO BRASILEIRO

Thiago Braz na corrida que lhe garantiu o Ouro Olímpico no Salto com Vara
Os americanos ganharam medalha em canalhice, mentira e falso testemunho. Já os franceses, levaram medalha de empáfia, desrespeito à cultura local e presunção. Esse foi o resultado final das Olimpíadas do Rio, para os atletas desses países, que chegaram aqui, achando que nós, brasileiros, éramos lixo.

Os americanos, um deles detentor de 12 medalhas olímpicas, encheram a cara, vandalizaram um posto de gasolina, urinaram na rua e ainda inventaram uma história bizarra de que teriam sido assaltados pela polícia. As câmeras de segurança desmentiram os fanfarrões.

Já o francês, medalhista olímpico nas olimpíadas passadas, ficou com dor de cotovelo porque perdeu para um brasileiro a medalha de ouro no salto com vara, então quis culpar a torcida brasileira, que o vaiou, comparando-a aos nazistas. Ou seja, nosso atleta negro e órfão, seria Hitler, aclamado pela plateia acéfala e ele, o francês, apupado, coitadinho, seria uma vítima de algum campo de concentração.

No Brasil, a vaia é cultural. Se é feio, se é falta de educação em outras culturas, na nossa ela está integrada às manifestações de nossos torcedores, em eventos esportivos. Se um atleta vem disputar qualquer modalidade esportiva em nosso país, prepare-se para enfrentar a forma do brasileiro torcer. É muita petulância querer que uma nação se adeque à sua cultura, estando essa nação em seu próprio território. Nem os faraós do Egito fizeram essa exigência aos judeus, quando estes estiveram no cativeiro. Então, afinal, quem é o nazista nessa história toda, francezinho fracassado? Aprenda a perder e perder com dignidade.


Nós, brasileiros, damos muito valor a cada uma de nossas vitórias, pois sabemos muito bem, o quanto custa a nossos atletas conquistá-las. Não venha você, de seu conforto europeu, querer apagar o brilho das conquistas de nossos heróis brasileiros, atletas saídos das favelas, da indigência e que são heróis, não pelas medalhas, mas pelas fantásticas histórias de superação pessoal, que cada medalha dessas carrega por trás de si. Salve, salve! Viva nossos medalhistas e nossos atletas olímpicos!

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