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sexta-feira, 25 de novembro de 2016

GOVERNO TEMER: ENQUANTO O GIGANTE DORME, OS PIGMEUS DA CLEPTOCRACIA FAZEM A FESTA



Não há inocentes. Todos que participaram, por ação ou omissão do impeachment da presidenta Dilma são cúmplices da cleptocracia que tomou conta do País, desde que Michel Temer e seus sócios do PMDB tomaram o poder, sem nenhum pudor.
Acesse AQUI

Se não existissem os grampos de Sérgio Machado, ex-presidente da Transpetro, onde as intenções da ORCRIM comandada por Temer, Renan Calheiros, Sarney, Eduardo Cunha e Romero Jucá, para "estancarem a sangria" causada pela Lava Jato, contra sua organização e seus esquemas criminosos, que operam há décadas, até poderíamos ser um pouco condescendentes com "paneleiros" e com aqueles que, em tom raivoso, foram às ruas, vestidos de amarelo, fazendo coro com os mesmos que hoje fazem parte do governo Temer, em cargos estratégicos, para gritar: "Não vamos pagar o pato".

Skaff, da Fiesp (Foto:G1)
Como dizer que não sabiam que Temer, Renan, Jucá, Sarney, Maia e demais integrantes da ORCRIM, todos delatados na Lava Jato e citados em listas de "doações" do chamado "Núcleo Estruturado de Propinas" da Odebrecht  (leia AQUI) fariam tudo pra se livrarem da Lava Jato e das eventuais consequências desta, tão logo seus nomes virassem alvo, se essa intenção esteve sempre claramente afirmada nas gravações das conversas tidas entre Sérgio Machado e os caciques de seu Partido, ou seja, do PMDB?

Se diante das reveladoras gravações, públicas e notórias, ainda assim se insistiu em "legitimar", mediante um impeachment forjado sobre falsas premissas jurídicas, que um grupo ultracorrupto chegasse a presidência, era mais que evidente que esse grupo se sentiria à vontade para colocar em prática, tudo aquilo que engendrara e que o motivara a tomar o poder. Será que há nessa zona chamada Brasil tantas virgens assim, de pensamentos tão etéreos que nem diante do óbvio ululante carreado nas gravações do Sérgio Machado com Renan, Cunha Sarney e Jucá não foram capazes de enxergar que o doce de côco é feito do côco que nasce do coqueiro?

Alguém chegou a acreditar mesmo que Dilma foi usurpada em seus 54 milhões de votos só porque era incompetente? Se você acreditou nisso você não é apenas incompetente, você é alienado.

GOVERNO CORRUPTO E INCOMPETENTE DE TEMER LEVA 23 MILHÕES DE BRASILEIROS A PAGAREM O "PATO":

            LEIA AQUI

Não houve governo mais incompetente do que o de Fernando Henrique Cardoso, talvez o de José Sarney tenha sido mais incompetente do que o de FHC, entretanto, nenhum dos dois foi arrancado de seus cargos presidenciais por incompetência. Ambos os governos, tanto o de Sarney quanto o de FHC, foram considerados ultracorruptos, mas não houve impeachment para nenhum dos dois. 

Muitas foram as CPIs instaladas para investigar os malfeitos desses governos. Fernando Henrique tinha até um procurador geral da República apelidado de "engavetador", o Geraldo Brindeiro, cuja função era engavetar denúncias de corrupção contra seu governo, mas, ainda assim, FHC cumpriu seus dois mandatos até o final. 

Os governos de FHC foram tão ruins que nenhum candidato de seu Partido, o PSDB, mencionava-os como paradigma em suas campanhas presidenciais. FHC virou um pária em matéria de gestão pública para seu próprio partido. Foi Aécio Neves quem começou a resgatá-lo das profundezas do ostracismo onde esteve mergulhado por anos.

Não há, portanto, como se justificar a usurpação do mandato de Dilma, com a desculpa de que era incompetente. Primeiro, porque isso não é justificativa para impeachment e, segundo, porque muito mais incompetentes foram os governos de FHC e de Sarney e nem por isso foram arrancados da presidência, a não ser ao final de seus mandatos e pelo voto. Terceiro e não menos importante, porque estava claro e cristalino que o motivo para tirar Dilma jamais foi incompetência, jamais foi gerencial, conforme hipocritamente se quis fazer crer, mas para que criminosos pudessem, livremente, autoanistiarem-se de seus crimes por meio de lei imoralíssima que querem aprovar, a toque de caixa, no Congresso (Leia AQUI, AQUI e AQUI) e por meio do esfacelamento da Operação Lava Jato, que está em curso com a transferência de delegados (Leia AQUI), levada a efeito pela nova direção do Ministério da Justiça, que assumiu com Michel Temer.

A baixeza ética do PMDB é tal, que a República agora se vê obrigada a assistir, atônita, ao envolvimento do presidente, em pessoal, ainda que seja um presidente sem votos, mas um presidente, numa contenda paroquiana sobre a aprovação ou não da licença para a construção de um prédio de luxo em Salvador.

Alheio à envergadura do cargo de presidente da República e comprovando jamais ter merecido ter assento, nem na vice-presidência, Temer foi flagrado, também por meio de grampos feitos por um de seus ministros (Leia AQUI), pressionando-o a ceder aos caprichos corruptos de outro colega, mais poderoso, para que o IPHAN, se esquecesse de seu dever de defesa do patrimônio histórico e cultural do povo brasileiro e permitisse que uma construtora para a qual o ministro mais poderoso, ou seja, Geddel Vieira, faz advocacia administrativa. 


O episódio envolvendo o ex-ministro da Cultura, Marcelo Calero, Michel Temer, Geddel e, ainda, Eliseu Padilha, todos do PMDB, resume bem o patamar ético desse governo que a histeria coletiva criada por interesses inconfessáveis de alguns associados a interesses que jamais estiveram ocultos de muitos colocou no poder: o governo Temer é o governo dos Anões Morais, dos Pigmeus da Ética, dos Minions da Vergonha na Cara, enfim, dos Golias da Corrupção e da Cleptocracia. Geddel pediu demissão, mas ele é apenas um na engrenagem apodrecida que puxa a Nação brasileira para o mais profundo abismo e para o caos.


Um comentário:

  1. A cara dos juízes do STF que sustentaram isso deve ser de cumplicidade arrogante.

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