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domingo, 20 de novembro de 2016

MISTERIOSO INCÊNDIO EM GALPÃO ALUGADO PELA HEMOBRAS NO CONE SUAPE DESTRUIU ESTOQUES DE PLASMA


  

O caso do La Vue, em Salvador, foco da polêmica entre o ex-ministro da Cultura Marcelo Calero e o ministro da secretaria de Governo de temer, Geddel Vieira (Leia AQUI) lembra muito o das chamadas "Torres Gêmeas", da Moura Dubeux, construídas no Bairro do Recife, contra pareceres técnicos e que chegou a ter decisão por sua demolição exarada em ação civil pública movida pelo Ministério Público Federal (Leia Um vislumbre de quem manda de verdade no Recife). 

Nas Torres Gêmeas da Moura Dubeux, no Recife, assim como no La Vue, de Salvador, o que não faltam são nomes de peso da política nacional dentre os proprietários. Uma rápida consulta às declarações dadas pelos deputado federal Jarbas Vasconcelos (PMDB) e pelo ministro das Cidades, Bruno Araújo à Justiça Eleitoral e é possível confirmar que são proprietários de imóveis na famosas e polêmicas "Torres".

Sacola de dinheiro foi arremessada pela janela do apartamento do
presidenteafastado da HEMOBRAS, durante Operação "Pulso", da Polícia Federal
Ali, nas Torres, também reside o presidente afastado da HEMOBRAS, Rômulo Maciel Filho, que foi preso na Operação Pulso, da Polícia Federal, por fraudes em licitações que causaram prejuízos superiores a R$ 35 milhões à estatal federal, com obras superfaturadas e desperdício de "plasma sanguíneo". Aliás, foi de sua janela que foi arremessada uma sacola de dinheiro, no momento da Operação, na tentativa de se livrar de parte das provas de seu enriquecimento sem causa, que está consubstanciado não apenas no apartamento de R$ 4 milhões no qual reside, mas na quantidade enorme de obras de arte valiosíssimas que foram apreendidas em seu apartamento de luxo, nas Torres (Leia DIRIGENTES DA HEMOBRAS E EMPRESÁRIOS TERIAM DEIXADO PLASMA SANGUINEO ESTRAGAR PARA FATURAR MILHÕES EM SUPERFATURAMENTO).

Por uma coincidência incrível, a HEMOBRAS, durante a gestão de Rômulo Maciel Filho,  alugava um Galpão no CONE SUAPE, que foi atingido por um incêndio, cujas causas até hoje não foram desvendadas pela Polícia Civil de Pernambuco. 


Laudo inconclusivo do Instituto de Criminalística sobre as causas do incêndio nos galpões do CONE SUAPE que causou prejuízos de R$ 150 milhões a emrpresas locatárias, entre elas, a HEMOBRAS
Informações oficiais dão conta de que o incêndio teria atingido um estoque do governo federal de medicamentos utilizados para tratamento da hemofilia. A carga destruída no incêndio continha lotes de albumina, imunoglobulina, fator VIII plasmático e recombinante e fator IX plasmático. Na época, o Ministério da Saúde soltou uma singela nota afirmando que o material fazia parte dos estoques estratégicos da Empresa Brasileira de Hemoderivados e Biotecnologia (Hemobras) e se destinava à reserva técnica. Apesar do prejuízo de cerca de R$ 150 milhões, avaliado pelas empresas atingidas pelo incêndio, o caso ficou por isso mesmo (LEIA AQUI).

Diante das revelações vindas à tona a partir da Operação Pulso e da Ação pela qual foram bloqueados os bens do presidente da HEMOBRAS e dos lobistas que com este se acumpliciavam no esquema criminoso, causa espécie que esse incêndio não tenha virado objeto de um inquérito da própria Polícia Federal para saber  suas reais causas, inclusive se não teve origem criminosa e se não teve por objetivo, quem sabe, dar cabo a estoques de plasma para que o esquema criminoso lucrasse ainda mais com suas fraudes.

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