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sábado, 11 de fevereiro de 2017

FBC TERIA USADO EMPRESAS DE FACHADA PARA "LAVAR DINHEIRO PROVENIENTE DE PROPINA RECEBIDA DAS EMPREITEIRAS ENVOLVIDAS NAS OBRAS DE ABREU E LIMA", AFIRMA GRUPO DE INQUÉRITOS DO STF

Família Coelho, presente em todos os governos, prestigiando Michel Temer

Relatório Final do Inquérito nº 4005, produzido pelo Grupo de Inquéritos do Supremo Tribunal Federal e que investiga o Núcleo "Eduardo Campos" no recebimento de propina por contratos superfaturados nas obras da RENEST (Refinaria Abreu e Lima, em Ipojuca), a que o Blog teve acesso, com exclusividade, aponta para o que seria uma "intensa e suspeita movimentação financeira de FERNANDO BEZERRA DE SOUZA COELHO, tanto em suas contas pessoais, como por meio das contas de empresas de sua titularidade EXCELSUS PARTICIPAÇÕES S/A E MANOA EMPREENDIMENTOS E SERVIÇOS LTDA., dentro do período investigado em valores incompatíveis com seus ganhos declarados às fontes oficiais e apontadas em seu termo de Declarações."

De acordo com o Relatório de Análise de Material Apreendido na Cautelar nº 4054/DF (Operação Catilinárias), durante um período de pelo menos seis anos, nenhuma das empresas investigadas, Excelsus e Manoa, apresentam registro de admissão ou demissão de empregados ou realização de quaisquer negócios, funcionando, inclusive, no mesmo endereço, "bastante modesto por sinal", o que se mostra incompatível com a movimentação financeira registrada, que no ano de 2010, por exemplo apontou para o recebimento de um aporte de R$ 1 milhão depositados pelo próprio titular e sua esposa, dos quais R$ 150 mil considerados "operação suspeita", pelo COAF, "tudo a indicar terem sido utilizadas pelo investigado para lavar dinheiro proveniente de propina recebida das empreiteiras envolvidas nas obras de Abreu e Lima.", afirma o Relatório da Polícia Federal, para o Supremo Tribunal Federal:










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