Notícias




quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

Grupo ligado a Marina tinha negócios com Lidermac

Rede e PSB, Partidos irmãos
A edição de hoje da Folha de Pernambuco revela que a construtora Lidermac, investigada por participação em um esquema de lavagem de dinheiro, pela Operação Vórtex, da Polícia Federal, tem como um dos contratos mais volumosos com o Governo do Estado uma parceria com a construtora carioca Construcap, coordenada por aliados da ex-ministra Marina Silva, que chegou a ser vice, e depois titular, na chapa do ex-governador Eduardo Campos à presidência, em 2014.

Segundo a Folha, o consórcio formado pelas empresas foi responsável pela construção do acesso viário da fábrica da Fiat, publicado no Diário Oficial, em agosto de 2013, e foi uma das contrapartidas do Estado no investimento privado. O custo da obra foi orçado em R$ 142 milhões. 

A matéria ainda diz que a Construcap foi alvo da Operação Abismo, na 31° fase da Operação Lava Jato, quando foram levados em condução coercitiva Eduardo e Roberto Capobianco, da família do ambientalista João Paulo Capobianco, coordenador da campanha da ex-ministra Marina Silva, em 2010, e um dos colaboradores do seu projeto eleitoral em 2014, quando Marina foi vice de Eduardo na chapa que disputou as eleições daquele ano, substituindo-o na cabeça da chapa, depois que o pernambucano teve sua vida ceifada no acidente aéreo cujo financiamento por laranjas é objeto das Operações Turbulência e Vórtex.

A Folha levantou que na campanha de 2014, a Construcap doou para o comitê da campanha presidencial socialista o valor de R$ 464.309,23. Em 2010, a empreiteira teria feito doações oficiais para a campanha de Marina Silva.

Em julho de 2017, afirma a reportagem da Folha de Pernambuco,  a Polícia Federal deflagrou a Operação Abismo para investigar suspeitas de desvios em licitações para a reforma do Centro de Pesquisa e Desenvolvimento Leopoldo Américo Miguez de Mello (Cenpes). A suspeita seria de que as empresas integrantes do consórcio formado pelas empreiteiras OAS, Carioca Engenharia, Construbase Engenharia, Schahin Engenharia e Construcap CCPS Engenharia formaram um cartel para fixar preços e fraudar a licitação da reforma do centro de pesquisa da Petrobras.

Embora não gerencie diretamente os negócios da família, João Paulo Capobianco foi citados por delatores da Carioca Engenharia como representante da empresa em reuniões que teriam resultado no direcionamento da obra do Cenpes, revela, ainda, a matéria da Folha de Pernambuco. 

A reportagem entrou em contato com a assessoria de Marina Silva, que ressaltou que João Capobianco não foi coordenador da campanha de 2014, mas atuou como coordenador apenas do projeto presidencial de 2010. Também foram procuradas a Construcap e o empresário João Capobianco, sem sucesso. 

Acesse a matéria completa AQUI

Leia mais sobre  a Lidermac em nosso Blog:



Nenhum comentário:

Postar um comentário

Tecnologia do Blogger.

Siga o Blog por Email

Twitter Updates 2.2: FeedWitter

Seguidores

Vídeos

BoxVideos1

BoxVideos2

Noelia Brito © 2016 Todos os direitos reservados.