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segunda-feira, 17 de abril de 2017

DELAÇÕES COMPLETAM LACUNAS QUE FALTAVAM PARA PROSSEGUIMENTO DA "TURBULÊNCIA"


A partir das delações da Odebrecht, já é possível ao Ministério Público Federal, em Pernambuco, reabrir as investigações da Turbulência, arquivadas pelo TRF5, sob o argumento de que a denúncia fora apresentada sem que os beneficiários da "lavagem de capitais" fossem indicados. Pois bem! Os benefiários da lavagem das propinas pagas pela OAS que aparecem nas operações rastreadas pela Polícia Federal, na Turbulênncia, estão devidamente identificados nas delações. Todos os delatores confirmam que as propinas eram pagas, meio a meio, pela Odebrecht e pela OAS, que formaram consórcios para fraudar licitações das obras de Pirapama, RNEST, Terraplanagem em SUAPE, pagando propinas que variavam entre 2% e 3% sobre o valor dos contratos a Aldo Guedes, que acertava e cobrava as propinas em nome de Eduardo Campos, para bancar as campanhas deste e do PSB e Iran Padilha, que acertava e cobrava as propinas em nome de Fernando Bezerra Coelho, para bancar as campanhas de seu grupo político. João Carlos Pessoa de Mello e Eduardo Leite (Ventola) são apontados pelos delatores como os encarregados de receberem os recursos em nome de todos na Casa de Câmbio Mônaco (codinome Madeira), situada ao lado do Restaurante "Leite", no centro do Recife ou através de uma conta num banco em Hong Kong.


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