JUSTIÇA ARQUIVA MAIS UMA QUEIXA-CRIME DA TURMA QUE PRETENDE INTIMIDAR NOELIA BRITO COM AÇÕES PARA CENSURAR SEU BLOG


Virgínia Pimentel era a Secretaria de Assuntos Jurídicos (hoje o cargo corresponde ao de Procurador Geral do Município) quando da autorização, pela gestão João da Costa, para a construção do chamado Novo Recife, no Cais José Estelita, que tem entre seus sócios a empresa Moura Dubeux. Tanto a Moura Dubeux, quando o empreendimento Novo Recife moveram queixas-crimes contra Noelia Brito, na tentativa de calá-la e intimida-la, mas todas foram arquivadas pela Justiça

O 2º Juizado Especial Criminal da Capital determinou o arquivamento da Queixa-Crime movida pela atual Procuradora Geral do Município de Jaboatão, a comissionada Virgínia Pimentel, que pretendia que a Justiça punisse a Editora deste Blog pelos crimes de Calúnia, Injúria e Difamação, por um artigo publicado por Noelia Brito, quando ainda era articulista do Blog do Jamildo.

A decisão do 2º Juizado Especial Criminal da Capital reconheceu que a pretensão de Virgínia Pimentel estava prescrita, já que por insistência da própria queixosa, o processo se arrastou por anos, em razão de recursos que os advogados de Virgínia Pimentel interpunham junto ao Tribunal de Justiça de Pernambuco, que já havia reconhecido que Noelia Brito não havia, em momento algum caluniado a comissionada Virgínia Pimentel. Somente depois de esgotar todos os recursos, passados anos e uma perseguição desenfreada contra Noelia Brito, foi que o processo chegou ao Juizado Especial, quando a pretensão de Pimentel de continuar processando eternamente Noelia Brito já haviam sido fulminada pela prescrição. 

No artigo, considerado ofensivo por Virgínia Pimentel, Noelia Brito, que é Procuradora Judicial do Município do Recife há mais de vinte anos, cargo conquistado por concurso público, questionava decisão administrativa da então Procuradora Geral de João da Costa, que, ignorando parecer de outra Procuradora concursada, a Procuradora Eugênia Simões, do Núcleo de Urbanismo e Meio Ambiente - NUMA, da Procuradoria Geral do Município do Recife, autorizava a construção de duas torres da Moura Dubeux em uma área qualificada como ZEIS. Esse seria o "crime" imputado a Noelia Brito, por Virgínia Pimentel. Finalmente, a Justiça se fez, também, nesse caso. Virgínia Pimentel era a Secretaria de Assuntos Jurídicos do Recife (hoje o cargo corresponde ao de Procurador Geral do Município) quando da autorização, pela gestão João da Costa, para a construção do chamado Novo Recife, no Cais José Estelita, que tem entre seus sócios a empresa Moura Dubeux. Tanto a Moura Dubeux, quando o empreendimento Novo Recife moveram queixas-crimes contra Noelia Brito, na tentativa de calá-la e intimidá-la.




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