PROFESSORA DOUTORA TRANS QUE FOI PRETERIDA PELO ENTÃO MINISTRO CID GOMES PARA O CARGO DE REITORA ESTAVA PRESENTE NA ASSINATURA DA PORTARIA DO MEC QUE AUTORIZA NOME SOCIAL PARA ALUNOS DO ENSINO MÉDIO EM TODO O BRASIL



A professora universitária cearense Luma Andrade, da Unilab (Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira) estava presente na assinatura, pelo Ministro da Educação, Mendonça Filho, da Portaria que homologou o Parecer CNE/CP nº 14/2017, do Conselho Pleno do Conselho Nacional de Educação que definiu o uso do nome social de travestis e transexuais nos registros escolares da Educação Básica do País.


O fato curioso é que Luma Andrade, apesar de ser cearense e de ter tido uma carreira acadêmica impressionante, que inclui o título de Doutora, conquistado com a defesa de uma tese em Educação sobre travestis nas escolas, o primeiro conquistado por uma travesti no País e o de primeira professora travesti com titulação de Doutorado do país e do apelo de professores e alunos da Unilab, Universidade localizada na cidade de Redenção que já se orgulhava de ter a primeira reitora negra do País, que deveria ter sido sucedida justamente por Luma, o também cearense e ex-governador do Estado, Cid Gomes, quando de sua passagem pelo Ministério da Educação, preferiu ignorar todos esses fatos e nomear um professor aposentado de Minas Gerais. 

Dada a importância da Portaria para a causa LGBT, o evento se mostrou suprapartidário, chegando a contar com a presença do governador do Ceará, Camilo Santana, do PT, que estava no MEC para participar da cerimônia de liberação de recursos para o Programa de Fomento às Escolas de Ensino Médio em Tempo Integral, já que o Ceará ficou, novamente, em 1º lugar na ampliação de número de Escolas do programa.



A cerimônia também contou com a presença da representante do Ministério da Cultura para o Nordeste, Maria do Céu, ativista do Movimento LGBT, em Pernambuco e que promove há anos, na Boate Metrópole, em parceria com a ONG Leões do Norte, os debates sobre as políticas para a população LGBT, com os candidatos a cargos eletivos no Estado.

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